O Dia de Finados pode ser desafiador, mas também oferecer oportunidades de crescimento e sentido. Esta palestra propõe aprimorar a relação com quem partiu, usando textos psicografados, o Evangelho e a Consciência, para recuperar práticas valiosas que ajudam a aliviar o sofrimento. A escolha de crescer depende de nós.
00:00
00:08
00:57
02:09
05:15
16:09
17:05
17:33
17:57
24:38
32:37
33:22
36:01
41:13
47:18
Título/Data/Palestrante
Prece
Palestra
Autoconhecimento pela humildade
Dois Lobos
Nossa postura à frente da Realidade
Valéria Cristini
a Serenidade — (na IA do Google - Gemini)
a Serenidade
A serenidade é a qualidade ou estado de espírito de quem é sereno: calmo, tranquilo e autocontrolado. É a capacidade de manter a paz interior e uma postura ativa e desperta mesmo diante das adversidades e desafios da vida, sem se deixar levar por conflitos interiores ou perturbações.
Principais Características
-
Calma e Autocontrole: A pessoa serena consegue controlar seus impulsos e sentimentos, mantendo a calma em situações estressantes.
-
Tranquilidade Interior: Refere-se a um estado de espírito pacificado, livre de ódio ou agitação.
-
Postura Consciente: Envolve viver de maneira consciente, com a mente relaxada e bem cuidada para lidar com o dia a dia.
-
Autenticidade: Significa manter-se firme em suas crenças e agir de acordo com elas, sem fingir ser alguém que não é ou se comparar com os outros.
Como Cultivar a Serenidade
A serenidade pode ser cultivada através de práticas como:
-
Meditação e reflexão
-
Exercícios de respiração profunda (como no yoga)
-
Oração (para algumas pessoas)
-
Autoconhecimento e domínio dos próprios impulsos
-
Ter momentos de paz e tranquilidade no dia a dia
Em resumo, a serenidade é uma emoção positiva duradoura, ligada à sensação de segurança e satisfação, que proporciona leveza interior e resiliência.
a Aceitação — (na IA do Google - Gemini)
a Aceitação
A aceitação significa a ação ou resultado de aceitar, podendo ter múltiplos sentidos, como aprovação, receptividade, consentimento ou conformação.
​
Os principais significados incluem:
-
Aprovação e Receptividade: Refere-se a ser bem recebido ou acolhido. Por exemplo, um novo produto pode ter "boa aceitação no mercado".
-
Consentimento: O ato de concordar com algo ou alguém, como a "aceitação do convite".
-
Conformação/Resignação: A atitude de se conformar com uma situação, mesmo que desagradável, como a "aceitação de uma derrota".
Na Psicologia e no Desenvolvimento Pessoal
Em um contexto mais profundo, especialmente na psicologia (como na Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT), a aceitação é vista como uma atitude ativa e consciente:
-
Postura Aberta e Sem Julgamentos: Envolve adotar uma postura aberta, receptiva e sem julgamentos diante da própria experiência, incluindo pensamentos e sentimentos difíceis.
-
Reconhecimento da Realidade: Significa olhar para a realidade como ela é, e não como se gostaria que fosse. Não implica em gostar da situação ou ser passivo, mas reconhecer o que está além do seu controle para então decidir como agir.
-
Ponto de Partida para a Mudança: Curiosamente, a aceitação não é o oposto da mudança, mas sim o seu ponto de partida. Ao aceitar a realidade, a pessoa libera energia que antes era gasta na luta contra os fatos e pode direcioná-la para a transformação ou para a construção de novos objetivos.
-
Aceitação de Si Mesmo e dos Outros: Implica em acolher a si mesmo e às outras pessoas como elas são, com suas falhas e qualidades, respeitando a dignidade e a existência de cada um, sem a necessidade de julgamentos constantes.
O Livro dos Espíritos - Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos Capítulo VI — Da vida espírita Comemoração dos mortos. Funerais — (veja na Kardecpedia)
Comemoração dos mortos - Funerais
320. Sensibiliza os Espíritos o lembrarem-se deles os que lhes foram caros na Terra?
“Muito mais do que podeis supor. Se são felizes, esse fato lhes aumenta a felicidade. Se são desgraçados, serve-lhes de lenitivo.”
321. O dia da comemoração dos mortos é, para os Espíritos, mais solene do que os outros dias?
Prestam-se para ir ao encontro dos que vão orar nos cemitérios sobre seus túmulos?
“Os Espíritos acodem nesse dia ao chamado dos que da Terra lhes dirigem seus pensamentos, como o fazem noutro dia qualquer.”
a) – Mas o de finados é, para eles, um dia especial de reunião junto de suas sepulturas?
“Nesse dia, em maior número se reúnem nas necrópoles, porque então também é maior, em tais lugares, o das pessoas que os chamam pelo pensamento. Porém, cada Espírito vai lá somente pelos seus amigos e não pela multidão dos indiferentes.”
b) – Sob que forma aí comparecem e como os veríamos, se pudessem tornar-se visíveis?
“Sob a que tinham quando encarnados.”
322. E os esquecidos, cujos túmulos ninguém vai visitar, também lá, não obstante, comparecem e sentem algum pesar por verem que nenhum amigo se lembra deles?
“Que lhes importa a Terra? Só pelo coração nos achamos a ela presos. Desde que aí ninguém mais lhe vota afeição, nada mais prende a esse planeta o Espírito, que tem para si o universo inteiro.”
323. A visita de uma pessoa a um túmulo causa maior contentamento ao Espírito, cujos despojos corporais aí se encontrem, do que a prece que por ele faça essa pessoa em sua casa?
“Aquele que visita um túmulo pode manifestar, por essa forma, que pensa no Espírito ausente. A visita é a representação exterior desse pensamento. Já vos disse que a prece é que santifica o ato da rememoração. Nada importa o lugar, desde que seja feita com o coração.”
324. Os Espíritos das pessoas a quem se erigem estátuas ou monumentos assistem à sua inauguração, e experimentam algum prazer nisso?
“Muitos comparecem a tais solenidades, quando podem; porém, menos os sensibiliza a homenagem que lhes prestam do que a lembrança que deles guardam os homens.”
325. Qual a origem do desejo que certas pessoas exprimem de ser enterradas antes num lugar do que noutro? Será que preferirão, depois de mortas, vir a tal lugar? E essa importância dada a uma coisa tão material constitui indício de inferioridade do Espírito?
“Afeição particular do Espírito por determinados lugares; inferioridade moral. Que importa este ou aquele
pedaço de terra a um Espírito elevado? Não sabe ele que sua alma se reunirá às dos que lhe são caros, embora fiquem separados os seus respectivos ossos?”
a) – Deve-se considerar futilidade a reunião dos despojos mortais de todos os membros de uma família?
“Não; é um costume piedoso e um testemunho de simpatia que dão os que assim procedem aos que lhes foram entes queridos. Conquanto destituída de importância para os Espíritos, essa reunião é útil aos homens: mais concentradas se tornam suas recordações.”
326. Comovem a alma que volta à vida espiritual as honras que lhe prestem aos despojos mortais?
“Quando já ascendeu a certo grau de perfeição, o Espírito se acha escoimado de vaidades terrenas e compreende a futilidade de todas essas coisas. Porém, ficai sabendo, há Espíritos que nos primeiros momentos que se seguem à sua morte material experimentam grande prazer com as honras que lhes tributam, ou se aborrecem com o pouco caso que façam de seus envoltórios corporais. É que ainda conservam alguns dos preconceitos desse mundo.”
327. O Espírito assiste ao seu enterro?
“Frequentemente assiste, mas algumas vezes não percebe o que se passa, se ainda está perturbado.”
a) – Lisonjeia-o a concorrência de muitas pessoas ao seu enterro?
“Mais ou menos, conforme o sentimento que as anime.”
328. O Espírito daquele que acaba de morrer assiste à reunião de seus herdeiros?
“Quase sempre. Para seu ensinamento e castigo dos culpados, Deus permite que assim aconteça. Nessa ocasião, o Espírito julga do valor dos protestos que lhe faziam. Todos os sentimentos se lhe patenteiam e a decepção que lhe causa a rapacidade dos que entre si partilham os bens por ele deixados o esclarece acerca daqueles sentimentos. Chegará, porém, a vez dos que lhe motivam essa decepção.”
329. O instintivo respeito que, em todos os tempos entre todos os povos, o homem consagrou e consagra aos mortos é efeito da intuição que tem da vida futura?
“É a consequência natural dessa intuição. Se assim não fosse, nenhuma razão de ser teria esse respeito.”
O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XI — Amar o próximo como a si mesmo - Instruções dos Espíritos - A fé e a caridade - 13 — (veja na Kardecpedia)
13. Disse-vos, não há muito, meus caros filhos, que a caridade, sem a fé, não basta para manter entre os homens uma ordem social capaz de os tornar felizes. Pudera ter dito que a caridade é impossível sem a fé. Na verdade, impulsos generosos se vos depararão, mesmo entre os que nenhuma religião têm; porém, essa caridade austera, que só com abnegação se pratica, com um constante sacrifício de todo interesse egoístico, somente a fé pode inspirá-la, porquanto só ela dá se possa carregar com coragem e perseverança a cruz da vida terrena.
Sim, meus filhos, é inútil que o homem ávido de gozos procure iludir-se sobre o seu destino nesse mundo, pretendendo ser-lhe lícito ocupar-se unicamente com a sua felicidade. Sem dúvida, Deus nos criou para sermos felizes na eternidade; entretanto, a vida terrestre tem que servir exclusivamente ao aperfeiçoamento moral, que mais facilmente se adquire com o auxílio dos órgãos físicos e do mundo material. Sem levar em conta as vicissitudes ordinárias da vida, a diversidade dos gostos, dos pendores e das necessidades, é esse também um meio de vos aperfeiçoardes, exercitando-vos na caridade. Com efeito, só a poder de concessões e sacrifícios mútuos podeis conservar a harmonia entre elementos tão diversos.
Tereis, contudo, razão, se afirmardes que a felicidade se acha destinada ao homem nesse mundo, desde que ele a procure, não nos gozos materiais, sim no bem. A história da cristandade fala de mártires que se encaminhavam alegres para o suplício. Hoje, na vossa sociedade, para serdes cristãos, não se vos faz mister nem o holocausto do martírio, nem o sacrifício da vida, mas única e exclusivamente o sacrifício do vosso egoísmo, do vosso orgulho e da vossa vaidade. Triunfareis, se a caridade vos inspirar e vos sustentar a fé. – Espírito protetor (Cracóvia, 1861)
Psicografia:
"Orai e vigiai. Nesse momento, mais do que em qualquer outro já passado, é necessário que cada um eleve as suas vibrações.
O momento é muito importante, é um divisor de águas. A separação do joio e do trigo.
Estejam vigilantes, não entrem em vibrações negativas, orem e tenham fé. O Pai nunca desampara seus filhos."
