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# 99 Podcast
Valéria Cristini

O Dia de Finados pode ser desafiador, mas também oferecer oportunidades de crescimento e sentido. Esta palestra propõe aprimorar a relação com quem partiu, usando textos psicografados, o Evangelho e a Consciência, para recuperar práticas valiosas que ajudam a aliviar o sofrimento. A escolha de crescer depende de nós.

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Título/Data/Palestrante

Prece

Palestra

Serenidade

Aceitação

LE -320

LE - 321

LE - 321a

LE - 323

A Fé e a Caridade 1

A Fé e a Caridade 2

Autoconhecimento pela humildade

Dois Lobos

Psicografia

Nossa postura à frente da  Realidade

Valéria Cristini

a Serenidade — (na IA do Google -  Gemini)

a Serenidade

A serenidade é a qualidade ou estado de espírito de quem é sereno: calmo, tranquilo e autocontrolado. É a capacidade de manter a paz interior e uma postura ativa e desperta mesmo diante das adversidades e desafios da vida, sem se deixar levar por conflitos interiores ou perturbações. 

Principais Características

  • Calma e Autocontrole: A pessoa serena consegue controlar seus impulsos e sentimentos, mantendo a calma em situações estressantes.

  • Tranquilidade Interior: Refere-se a um estado de espírito pacificado, livre de ódio ou agitação.

  • Postura Consciente: Envolve viver de maneira consciente, com a mente relaxada e bem cuidada para lidar com o dia a dia.

  • Autenticidade: Significa manter-se firme em suas crenças e agir de acordo com elas, sem fingir ser alguém que não é ou se comparar com os outros.

Como Cultivar a Serenidade

A serenidade pode ser cultivada através de práticas como: 

  • Meditação e reflexão

  • Exercícios de respiração profunda (como no yoga)

  • Oração (para algumas pessoas)

  • Autoconhecimento e domínio dos próprios impulsos

  • Ter momentos de paz e tranquilidade no dia a dia 

Em resumo, a serenidade é uma emoção positiva duradoura, ligada à sensação de segurança e satisfação, que proporciona leveza interior e resiliência. 

a Aceitação — (na IA do Google -  Gemini)

a Aceitação

A aceitação significa a ação ou resultado de aceitar, podendo ter múltiplos sentidos, como aprovação, receptividade, consentimento ou conformação.

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Os principais significados incluem:

  • Aprovação e Receptividade: Refere-se a ser bem recebido ou acolhido. Por exemplo, um novo produto pode ter "boa aceitação no mercado".

  • Consentimento: O ato de concordar com algo ou alguém, como a "aceitação do convite".

  • Conformação/Resignação: A atitude de se conformar com uma situação, mesmo que desagradável, como a "aceitação de uma derrota".

Na Psicologia e no Desenvolvimento Pessoal

Em um contexto mais profundo, especialmente na psicologia (como na Terapia de Aceitação e Compromisso - ACT), a aceitação é vista como uma atitude ativa e consciente: 

  • Postura Aberta e Sem Julgamentos: Envolve adotar uma postura aberta, receptiva e sem julgamentos diante da própria experiência, incluindo pensamentos e sentimentos difíceis.

  • Reconhecimento da Realidade: Significa olhar para a realidade como ela é, e não como se gostaria que fosse. Não implica em gostar da situação ou ser passivo, mas reconhecer o que está além do seu controle para então decidir como agir.

  • Ponto de Partida para a Mudança: Curiosamente, a aceitação não é o oposto da mudança, mas sim o seu ponto de partida. Ao aceitar a realidade, a pessoa libera energia que antes era gasta na luta contra os fatos e pode direcioná-la para a transformação ou para a construção de novos objetivos.

  • Aceitação de Si Mesmo e dos Outros: Implica em acolher a si mesmo e às outras pessoas como elas são, com suas falhas e qualidades, respeitando a dignidade e a existência de cada um, sem a necessidade de julgamentos constantes. 

O Livro dos Espíritos - Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos  Capítulo VI — Da vida espírita  Comemoração dos mortos. Funerais — (veja na Kardecpedia)

Comemoração dos mortos - Funerais

320. Sensibiliza os Espíritos o lembrarem-se deles os que lhes foram caros na Terra?

“Muito mais do que podeis supor. Se são felizes, esse fato lhes aumenta a felicidade. Se são desgraçados, serve-lhes de lenitivo.”

 

321. O dia da comemoração dos mortos é, para os Espíritos, mais solene do que os outros dias?

Prestam-se para ir ao encontro dos que vão orar nos cemitérios sobre seus túmulos?

“Os Espíritos acodem nesse dia ao chamado dos que da Terra lhes dirigem seus pensamentos, como o fazem noutro dia qualquer.”

a) – Mas o de finados é, para eles, um dia especial de reunião junto de suas sepulturas?

“Nesse dia, em maior número se reúnem nas necrópoles, porque então também é maior, em tais lugares, o das pessoas que os chamam pelo pensamento. Porém, cada Espírito vai lá somente pelos seus amigos e não pela multidão dos indiferentes.”

b) – Sob que forma aí comparecem e como os veríamos, se pudessem tornar-se visíveis?

“Sob a que tinham quando encarnados.”

 

322. E os esquecidos, cujos túmulos ninguém vai visitar, também lá, não obstante, comparecem e sentem algum pesar por verem que nenhum amigo se lembra deles?

“Que lhes importa a Terra? Só pelo coração nos achamos a ela presos. Desde que aí ninguém mais lhe vota afeição, nada mais prende a esse planeta o Espírito, que tem para si o universo inteiro.”

 

323. A visita de uma pessoa a um túmulo causa maior contentamento ao Espírito, cujos despojos corporais aí se encontrem, do que a prece que por ele faça essa pessoa em sua casa?

“Aquele que visita um túmulo pode manifestar, por essa forma, que pensa no Espírito ausente. A visita é a representação exterior desse pensamento. Já vos disse que a prece é que santifica o ato da rememoração. Nada importa o lugar, desde que seja feita com o coração.”

 

324. Os Espíritos das pessoas a quem se erigem estátuas ou monumentos assistem à sua inauguração, e experimentam algum prazer nisso?

“Muitos comparecem a tais solenidades, quando podem; porém, menos os sensibiliza a homenagem que lhes prestam do que a lembrança que deles guardam os homens.”

 

325. Qual a origem do desejo que certas pessoas exprimem de ser enterradas antes num lugar do que noutro? Será que preferirão, depois de mortas, vir a tal lugar? E essa importância dada a uma coisa tão material constitui indício de inferioridade do Espírito?

“Afeição particular do Espírito por determinados lugares; inferioridade moral. Que importa este ou aquele
pedaço de terra a um Espírito elevado? Não sabe ele que sua alma se reunirá às dos que lhe são caros, embora fiquem separados os seus respectivos ossos?”

a) – Deve-se considerar futilidade a reunião dos despojos mortais de todos os membros de uma família?

“Não; é um costume piedoso e um testemunho de simpatia que dão os que assim procedem aos que lhes foram entes queridos. Conquanto destituída de importância para os Espíritos, essa reunião é útil aos homens: mais concentradas se tornam suas recordações.”

 

326. Comovem a alma que volta à vida espiritual as honras que lhe prestem aos despojos mortais?

“Quando já ascendeu a certo grau de perfeição, o Espírito se acha escoimado de vaidades terrenas e compreende a futilidade de todas essas coisas. Porém, ficai sabendo, há Espíritos que nos primeiros momentos que se seguem à sua morte material experimentam grande prazer com as honras que lhes tributam, ou se aborrecem com o pouco caso que façam de seus envoltórios corporais. É que ainda conservam alguns dos preconceitos desse mundo.”

 

327. O Espírito assiste ao seu enterro?

“Frequentemente assiste, mas algumas vezes não percebe o que se passa, se ainda está perturbado.”

a) – Lisonjeia-o a concorrência de muitas pessoas ao seu enterro?

“Mais ou menos, conforme o sentimento que as anime.”

 

328. O Espírito daquele que acaba de morrer assiste à reunião de seus herdeiros?

“Quase sempre. Para seu ensinamento e castigo dos culpados, Deus permite que assim aconteça. Nessa ocasião, o Espírito julga do valor dos protestos que lhe faziam. Todos os sentimentos se lhe patenteiam e a decepção que lhe causa a rapacidade dos que entre si partilham os bens por ele deixados o esclarece acerca daqueles sentimentos. Chegará, porém, a vez dos que lhe motivam essa decepção.”

 

329. O instintivo respeito que, em todos os tempos entre todos os povos, o homem consagrou e consagra aos mortos é efeito da intuição que tem da vida futura?

“É a consequência natural dessa intuição. Se assim não fosse, nenhuma razão de ser teria esse respeito.”

LE - 321
LE - 321a
LE - 323

O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XI — Amar o próximo como a si mesmo - Instruções dos Espíritos - A fé e a caridade - 13 — (veja na Kardecpedia)

13. Disse-vos, não há muito, meus caros filhos, que a caridade, sem a fé, não basta para manter entre os homens uma ordem social capaz de os tornar felizes. Pudera ter dito que a caridade é impossível sem a fé. Na verdade, impulsos generosos se vos depararão, mesmo entre os que nenhuma religião têm; porém, essa caridade austera, que só com abnegação se pratica, com um constante sacrifício de todo interesse egoístico, somente a fé pode inspirá-la, porquanto só ela dá se possa carregar com coragem e perseverança a cruz da vida terrena.

Sim, meus filhos, é inútil que o homem ávido de gozos procure iludir-se sobre o seu destino nesse mundo, pretendendo ser-lhe lícito ocupar-se unicamente com a sua felicidade. Sem dúvida, Deus nos criou para sermos felizes na eternidade; entretanto, a vida terrestre tem que servir exclusivamente ao aperfeiçoamento moral, que mais facilmente se adquire com o auxílio dos órgãos físicos e do mundo material. Sem levar em conta as vicissitudes ordinárias da vida, a diversidade dos gostos, dos pendores e das necessidades, é esse também um meio de vos aperfeiçoardes, exercitando-vos na caridade. Com efeito, só a poder de concessões e sacrifícios mútuos podeis conservar a harmonia entre elementos tão diversos.

Tereis, contudo, razão, se afirmardes que a felicidade se acha destinada ao homem nesse mundo, desde que ele a procure, não nos gozos materiais, sim no bem. A história da cristandade fala de mártires que se encaminhavam alegres para o suplício. Hoje, na vossa sociedade, para serdes cristãos, não se vos faz mister nem o holocausto do martírio, nem o sacrifício da vida, mas única e exclusivamente o sacrifício do vosso egoísmo, do vosso orgulho e da vossa vaidade. Triunfareis, se a caridade vos inspirar e vos sustentar a fé. – Espírito protetor (Cracóvia, 1861)

Psicografia:

"Orai e vigiai. Nesse momento, mais do que em qualquer outro já passado, é necessário que cada um eleve as suas vibrações.
 

O momento é muito importante, é um divisor de águas. A separação do joio e do trigo.

Estejam vigilantes, não entrem em vibrações negativas, orem e tenham fé. O Pai nunca desampara seus filhos."

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