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# 69 Podcast 
Rogério Alves

Manter-se vivo e coerente em Si mesmo...
Um trabalho que pode evitar muitas dores à frente
e pede bastante trabalho... Um Desafio, portanto!

 

A Obra pode, talvez, não ser concluído nesta vida,
mas ela prosseguirá evoluindo continuamente, diz ele...
E que pede sempre Interiorização para o Autoconhecimento,
e Ação Consciente, para o aprendizado infinito de Amor, ele diz...

 

Por fim, o Aprender só se faz no Viver, diz-nos o Verbo.
Então, ele nos fala de levar com ele, sempre, o Espiritismo,
para fora do Centro, como ele diz...
Veja sua Palestra e bom proveito, em Você mesmo...
Leve-a dentro de você!

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Tema\Data\Palestrante

Prece

Palestra

O que é Ser Cristão

a Distinção do Cristão

o Parzer do Sentimento

o Começo no Lar...

Lei de Amor

a Individalidade

sobre o Espiritismo

a Busca pelo Novo

Auto olhar sincero

Modelo a ser seguido

o Desafio

meu Exemplo...

Rogério Alves

O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XI — Amar o próximo como a si mesmo - Instruções dos Espíritos - A lei de amor - 8  (se desejar, veja na Kardecpedia)

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O tema da Palestra, intitulado Lei de Amor, pode ficar bem embasado na comunicação de Lázaro, em 1862, por ser atemporal, como o espírito o é. Lendo e sentido, dentro de você, é possível alcançar um pouco da universalidade do Amor em toda a criação.

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Lei de Amor


8. O amor resume a doutrina de Jesus toda inteira, visto que esse é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso feito. Em sua origem, o homem só tem instintos; quando mais avançado e corrompido, só tem sensações; quando instruído e depurado, tem sentimentos. E o ponto delicado do sentimento é o amor, não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que condensa e reúne em seu ardente foco todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas.

A lei de amor substitui a personalidade pela fusão dos seres; extingue as misérias sociais. Ditoso aquele que, ultrapassando a sua humanidade, ama com amplo amor os seus irmãos em sofrimento! ditoso aquele que ama, pois não conhece a miséria da alma, nem a do corpo. Tem ligeiros os pés e vive como que transportado, fora de si mesmo. Quando Jesus pronunciou a divina palavra – amor, os povos sobressaltaram-se e os mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo.

O Espiritismo a seu turno vem pronunciar uma segunda palavra do alfabeto divino. Estai atentos, pois que essa palavra ergue a lápide dos túmulos vazios, e a reencarnação, triunfando da morte, revela às criaturas deslumbradas o seu patrimônio intelectual. Já não é ao suplício que ela conduz o homem: condu-lo à conquista do seu ser, elevado e transfigurado. O sangue resgatou o Espírito e o Espírito tem hoje que resgatar da matéria o homem.

Disse eu que em seus começos o homem só instintos possuía. Mais próximo, portanto, ainda se acha do ponto de partida, do que da meta, aquele em quem predominam os instintos. A fim de avançar para a meta, tem a criatura que vencer os instintos, em proveito dos sentimentos, isto é, que aperfeiçoar estes últimos, sufocando os germes latentes da matéria. Os instintos são a germinação e os embriões do sentimento; trazem consigo o progresso, como a glande encerra em si o carvalho, e os seres menos adiantados são os que, emergindo pouco a pouco de suas crisálidas, se conservam escravizados aos instintos.

O Espírito precisa ser cultivado, como um campo. Toda a riqueza futura depende do labor atual, que vos granjeará muito mais do que bens terrenos: a elevação gloriosa. É então que, compreendendo a lei de amor que liga todos os seres, buscareis nela os gozos suavíssimos da alma, prelúdios das alegrias celestes.

 

– Lázaro (Paris, 1862)

O Livro dos Espíritos - Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos - Capítulo IV — Da pluralidade das existências - A reencarnação  (se desejar, veja na Kardecpedia)

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166. Como pode a alma que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea acabar de depurar-se?

“Sofrendo a prova de uma nova existência. ”

a) – Como realiza essa nova existência? Será pela sua transformação como Espírito?

“Depurando-se, a alma indubitavelmente experimenta uma transformação, mas para isso necessária lhe é a prova da vida corporal.”

b) – A alma passa então por muitas existências corporais?

“Sim, todos contamos muitas existências. Os que dizem o contrário pretendem manter-vos na ignorância em que eles próprios se encontram. Esse o desejo deles.”

c) – Parece resultar desse princípio que a alma, depois de haver deixado um corpo, toma outro, ou seja, reencarna em novo corpo. É assim que se deve entender?

“Evidentemente.”

 

167. Qual o fim objetivado com a reencarnação?

“Expiação, melhoria progressiva da humanidade. Sem isto, onde a justiça?”

 

168. É limitado o número das existências corporais, ou o Espírito reencarna perpetuamente?

“A cada nova existência o Espírito dá um passo adiante na senda do progresso. Quando se ache despojado de todas as impurezas não tem mais necessidade das provas da vida corporal.”

 

169. É invariável o número das encarnações para todos os Espíritos?

“Não; aquele que caminha depressa a muitas provas se forra. Todavia, as encarnações sucessivas são sempre muito numerosas, porquanto o progresso é quase infinito.”

 

170. O que fica sendo o Espírito depois da sua última encarnação?

“Espírito bem-aventurado; Espírito puro.”

O Livro dos Espíritos - Parte terceira — Das leis morais - Capítulo I — Da lei divina ou natural - Conhecimento da lei natural - 625  (se desejar, veja na Kardecpedia)

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625. Qual o tipo mais perfeito que Deus já ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo?

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“Jesus.”

Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo, e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque o espírito divino o animava, e porque foi o ser mais puro de quantos têm aparecido na Terra.

Quanto aos que, tendo pretendido instruir o homem na lei de Deus, transviaram-no por meio de falsos princípios, isso aconteceu por haverem deixado que os dominassem sentimentos demasiado terrenos, e por terem confundido as leis que regulam as condições da vida da alma com as que regem a vida do corpo. Muitos apresentaram como leis divinas simples leis humanas estatuídas para servir às paixões e dominar os homens.

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