
# 50 Podcast
Sueli Machado
As criações dos homens determinam o seu futuro. Nosso Presente é fruto de nossas criações Passadas. E, em tudo, o livre arbítrio junto à Consciência, permite-nos discernir nas escolhas que virarão as criações que viveremos.
Mas a Lei Natural ou Divina é imutável junto a vida que vivemos. E esta palestra é um chamamento à Realidade, no Tempo presente, face às inversões de valores, frente aos status modernos de nossos valores particulares, em que pautamos a vida, no tocante sobretudo, ao que chamamos de “Senso Comum”.
A Palestrante mostra uma série de contradições, que podemos mudar e que muito passam despercebidas desse mesmo Senso de Normalidade. Se isso te toca, essa Palestra, segundo a Doutrina Espírita, pode ser à você.
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Tema\Data\Palestrante
Prece
Palestra
Dr. Sérgio Felipe 01
Dr. Sérgio Felipe 02
LE-631 (01)
LE-631 (02)
LE-631 (03)
LE-631 (04)
o “Normal” e o Desrespeito
Os Efeitos da Mentira
Poder-Dinheiro-e o Ter
Homens Puros
o Passar pela Vida
Últimas Oportunidades...
Filme: O Livro de Eli
Estória de Eli
Sueli Machado
Glândula Pineal
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No espiritismo, a glândula pineal é considerada o órgão físico que conecta os planos espiritual e material.
Ela também é vista como o órgão relacionado à mediunidade.
Principais conceitos:
• A glândula pineal é o órgão físico ligado ao chacra coronário.
• Ela é responsável pela existência da vida no plano espiritual e mental.
• A glândula pineal é fundamental para o corpo etéreo.
• Ela comanda as emoções, pois tem acesso irrestrito a todo o sistema endócrino.
• Ela também seria capaz de dirigir as forças do inconsciente apenas com o poder da vontade.
Conceitos tirados dos sites pelo Google:
O quê o Espiritismo fala sobre a glândula pineal?
A glândula pineal, para os espíritas, seria o órgão físico relacionado ao chacra coronário e, portanto, seria ela a interface entre os planos espiritual (ou o dito perispírito) e material. Seria o órgão material relacionado à mediunidade, ou seja, às faculdades de interação entre os planos.
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Qual a importância da glândula pineal para a mediunidade?
Segundo a Doutrina Espírita de Allan Kardec, a glândula pineal é responsável pela existência da vida no plano espiritual e no plano mental, sendo fundamental para o corpo etéreo.
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Caso você desejar se aprofundar um pouco mais veja na - Enciclopédia Espírita online ​
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A Pineal e o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira
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Como é um considerável estudioso ​​​​do assunto, colocamos um site para pesquisa do Instituto Dr. Sérgio Felipe de Oliveira e um vídeo sobre Cérebro e Mediunidade, do mesmo. Ojetivamos dar incentivo a quem deseje mais conhecer. Veja no lema sobre os estudos:
Multiplicidade de saberes, com o propósito de buscar horizontes de entendimento das Dimensões Humanas.
​O Livro dos Espíritos - Parte terceira — Das leis morais - Capítulo I — Da lei divina ou natural O bem e o mal (se desejar, veja na Kardecpedia)
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O Bem e o Mal
​629. Que definição se pode dar da moral?
“A moral é a regra de bem proceder, isto é, a distinção entre o bem e o mal. Funda-se na observância da lei de Deus. O homem procede bem quando tudo faz em vista e pelo bem de todos, porque então cumpre a lei de Deus.”
630. Como se pode distinguir o bem do mal?
“O bem é tudo o que é conforme à lei de Deus; o mal, tudo o que lhe é contrário. Assim, fazer o bem é proceder de acordo com a lei de Deus; fazer o mal é infringi-la.”
631. Tem meios o homem de distinguir por si mesmo o que é bem do que é mal?
“Sim, quando crê em Deus e o quer saber. Deus lhe deu a inteligência para distinguir um do outro.”
632. Estando sujeito ao erro, não pode o homem enganar-se na apreciação do bem e do mal, e crer que pratica o bem quando em realidade pratica o mal?
“Jesus disse: vede o que quereríeis que vos fizessem ou não vos fizessem.
Tudo se resume nisso.
Não vos enganareis.”
633. Essa regra do bem e do mal, que se poderia chamar de reciprocidade ou de solidariedade, é inaplicável ao proceder pessoal do homem para consigo mesmo. Achará ele, na lei natural, a regra desse proceder e um guia seguro?
“Quando comeis em excesso, verificais que isso vos faz mal. Pois bem: é Deus quem vos dá a medida daquilo de que necessitais. Quando excedeis dessa medida, sois punidos. Em tudo é assim. A lei natural traça para o homem o limite das suas necessidades. Se ele ultrapassa esse limite, é punido pelo sofrimento. Se atendesse sempre à voz que lhe diz basta, evitaria a maior parte dos males cuja culpa lança à natureza.”
634. Por que está o mal na natureza das coisas? Falo do mal moral. Não podia Deus ter criado a humanidade em melhores condições?
“Já te dissemos: os Espíritos foram criados simples e ignorantes (115). Deus deixa que o homem escolha o caminho. Tanto pior para ele, se toma o caminho mau: mais longa será sua peregrinação. Se não existissem montanhas, não compreenderia o homem que se pode subir e descer; se não existissem rochas, não compreenderia que há corpos duros. É preciso que o Espírito ganhe experiência e, para isso, que conheça o bem e o mal. Eis por que há união do Espírito ao corpo.” (119.)
635. Das diferentes posições sociais nascem necessidades novas que não são idênticas para todos os homens. Não parece poder inferir-se daí que a lei natural não constitui regra uniforme?
“Essas diferentes posições são da natureza das coisas e conformes à lei do progresso. Isso não infirma a unidade da lei natural, que se aplica a tudo.”
As condições de existência do homem mudam de acordo com os tempos e os lugares, do que lhe resultam necessidades diferentes e posições sociais apropriadas a essas necessidades. Pois que está na ordem das coisas, tal diversidade é conforme à lei de Deus, lei que não deixa de ser una quanto ao seu princípio. À razão cabe distinguir as necessidades reais das fictícias ou convencionais.
​O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo V — Bem-aventurados os aflitos - Instruções dos Espíritos - Bem e mal sofrer - 18 (se desejar, veja na Kardecpedia)
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O óbolo da viúva
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6. Muita gente deplora não poder fazer todo o bem que de-sejara, por falta de recursos suficientes, e, se desejam possuir riquezas, é, dizem, para lhes dar boa aplicação. É sem dúvida louvável a intenção e pode até nalguns ser sincera. Dar-se-á, contudo, seja completamente desinteressada em todos? Não haverá quem, desejando fazer bem aos outros, muito estimaria poder começar por fazê-lo a si próprio, por proporcionar a si mesmo alguns gozos mais, por usufruir de um pouco do supérfluo que lhe falta, pronto a dar aos pobres o resto?
Esta segunda intenção, que esses tais porventura dissimulam aos seus próprios olhos, mas que se lhes depararia no fundo dos seus corações, se eles os perscrutassem, anula o mérito do intento, visto que, com a verdadeira caridade, o homem pensa nos outros antes de pensar em si. O ponto sublimado da caridade, nesse caso, estaria em procurar ele no seu trabalho, pelo emprego de suas forças, de sua inteligência, de seus talentos, os recursos de que carece para realizar seus generosos propósitos.
Haveria nisso o sacrifício que mais agrada ao Senhor. Infelizmente, a maioria vive a sonhar com os meios de mais facilmente se enriquecer de súbito e sem esforço, correndo atrás de quimeras, quais a descoberta de tesouros, de uma favorável ensancha aleatória, do recebimento de inesperadas heranças, etc. Que dizer dos que esperam encontrar nos Espíritos auxiliares que os secundem na consecução de tais objetivos?
Certamente não conhecem, nem compreendem a sagrada finalidade do Espiritismo e, ainda menos, a missão dos Espíritos a quem Deus permite se comuniquem com os homens. Daí vem o serem punidos pelas decepções, (O Livro dos Médiuns, 2ª Parte, nos 294 e 295.)
Aqueles cuja intenção está isenta de qualquer idéia pessoal, devem consolar-se da impossibilidade em que se vêem de fazer todo o bem que desejariam, lembrando-se de que o óbolo do pobre, do que dá privando-se do necessário, pesa mais na balança de Deus do que o ouro do rico que dá sem se privar de coisa alguma, grande seria realmente a satisfação do primeiro, se pudesse socorrer, em larga escala, a indigência; mas, se essa satisfação lhe é negada, submeta-se e se limite a fazer o que possa.
Aliás, será só com o dinheiro que se podem secar lágrimas e dever-se-á ficar inativo, desde que se não tenha dinheiro? Todo aquele que sinceramente deseja ser útil a seus irmãos, mil ocasiões encontrará de realizar o seu desejo. Procure-as e elas se lhe depararão; se não for de um modo, será de outro, porque ninguém há que, no pleno gozo de suas faculdades, não possa prestar um serviço qualquer, prodigalizar um consolo, minorar um sofrimento físico ou moral, fazer um esforço útil. Não dispõem todos, à falta de dinheiro, do seu trabalho, do seu tempo, do seu repouso, para de tudo isso dar uma parte ao próximo? Também aí está a dádiva do pobre, o óbolo da viúva.
​Antigo Testamento - Livro dos Salmos - Salmo 23 (se desejar, veja na Bíblia Online)
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Salmo 23
• O Senhor é o meu pastor, nada me faltará.
• Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas.
• Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
• Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
• Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
• Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.
O Livro dos Espíritos - Parte terceira — Das leis morais - Capítulo I — Da lei divina ou natural - Conhecimento da lei natural - 621a (se desejar, veja na Kardecpedia)
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Conhecimento da lei natural - 621a
621. Onde está escrita a lei de Deus?
“Na consciência.”
a) — Visto que o homem traz em sua consciência a lei de Deus, que necessidade havia de lhe ser ela revelada?
“Ele a esquecera e desprezara. Quis então Deus lhe fosse lembrada.”

