top of page
faixa_1.png

# 112 Podcast
Sueli Machado

A fé é um atributo essencialmente espiritual e muitas vezes distante da mente, sendo normalmente buscada em situações difíceis. Após superados os desafios, tendemos a deixá-la de lado, sem aproveitar plenamente seus ensinamentos para nossa evolução. Nesta palestra, utilizamos seis perguntas e respostas, sob uma ótica espírita, para abordar o tema de maneira didática e facilitar o estudo sobre a fé.

00:00

00:08

00:58

01:45

03:36

06:19

08:32

12:59

13:34

17:45

20:40

21:44

26:11

28:16

28:41

30:54

32:18

35:04

37:47

38:03

39:26

41:48

43:30

45:19

46:54

49:17

51:50

Título/Data/Palestrante

Prece

Palestra

A Fé transporta Montanhas

Acreditar e Confiar

Seis Perguntas sobre Fé

O que é a Fé?

A Fé Divina é para Todos

a Fé não se Prescreve

Sair da zona de conforto

Fé e Religião

Fé Cega x Fé Raciocinada

A Fé Espírita

Remover ou Transportar Montanhas

Mateus 17:14-20

o Grão de Mostarda

As Montanhas na Mensagem do Cristo

Fé Robusta x Fé Vacilante

Caracaterísticas da Fé Robusta

1.Fé sincera, verdadeira e paciente

2- Confiança profunda

3- Capacidade de questionar

4- Perseverança nas crises

5- Humildade

Existe Fé sem Obras?

Parábola da Figueira Seca

Texto e Mensagem Final
Resumo Temático

Sueli Machado

alegoria.da.morte.webp

O Livro dos Espíritos - Parte primeira — Das causas primárias - Capítulo IV — Do princípio vital - A vida e a morte (veja na Kardecpédia)

A vida e a Morte

68. Qual a causa da morte dos seres orgânicos?

​“Esgotamento dos órgãos.”

68a) — Poder-se-ia comparar a morte à cessação do movimento de uma máquina desorganizada?
“Sim; se a máquina está mal montada, cessa o movimento; se o corpo está enfermo, a vida se extingue.”

69. Por que é que uma lesão do coração, antes que a de outros órgãos, causa a morte?
“O coração é máquina de vida; não é, porém, o único órgão cuja lesão ocasiona a morte. Ele não passa de uma das peças essenciais.”

 

70. Que é feito da matéria e do princípio vital dos seres orgânicos, quando estes morrem?
“A matéria inerte se decompõe e vai formar novos organismos. O princípio vital volta à massa donde saiu.”

Morto o ser orgânico, os elementos que o compõem sofrem novas combinações, de que resultam novos seres, os quais haurem na fonte universal o princípio da vida e da atividade, o absorvem e assimilam, para novamente o restituírem a essa fonte, quando deixarem de existir.

Os órgãos se impregnam, por assim dizer, desse fluido vital e esse fluido dá a todas as partes do organismo uma atividade que as põe em comunicação entre si, nos casos de certas lesões, e normaliza as funções momentaneamente perturbadas. Mas, quando os elementos essenciais ao funcionamento dos órgãos estão destruídos, ou muito profundamente alterados, o fluido vital se torna impotente para lhes transmitir o movimento da vida, e o ser morre.

Os órgãos reagem mais ou menos necessariamente uns sobre os outros, resultando essa ação recíproca da harmonia do conjunto por eles formado. Destruída que seja, por uma causa qualquer, esta harmonia, o funcionamento deles cessa, como o movimento da máquina cujas peças principais se desarranjem. É o que se verifica, por exemplo, com um relógio gasto pelo uso, ou que acidentalmente se desconjuntou, no qual a força motriz fica impotente para pô-lo de novo a andar.

Num aparelho elétrico temos imagem mais exata da vida e da morte. Esse aparelho, como todos os corpos da Natureza, contém eletricidade em estado latente. Os fenômenos elétricos, porém, não se produzem senão quando o fluido é posto em atividade por uma causa especial. Poder-se-ia então dizer que o aparelho está vivo. Vindo a cessar a causa da atividade, cessa o fenômeno: o aparelho volta ao estado de inércia. Os corpos orgânicos seriam, assim, como que pilhas ou aparelhos elétricos, nos quais a atividade do fluido produz o fenômeno da vida. A cessação dessa atividade causa a morte.

A quantidade de fluido vital não é absoluta em todos os seres orgânicos. Varia segundo as espécies e não é constante, nem no mesmo indivíduo, ao longo do tempo, nem entre os indivíduos de uma espécie. Alguns há que se acham por assim dizer saturados desse fluido, enquanto outros o possuem em quantidade apenas suficiente. Daí, para alguns, a vida é mais ativa, mais tenaz e, de certo modo, superabundante.

A quantidade de fluido vital se esgota. Pode tornar-se insuficiente para a conservação da vida, se não for renovada pela absorção e assimilação das substâncias que o contêm.

O fluido vital se transmite de um indivíduo a outro. Aquele que o tiver em maior porção pode dá-lo a um que o tenha de menos, e em certos casos prolongar a vida prestes a extinguir-se.

 O Livro dos Espíritos - Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos - Capítulo III — Da volta do Espírito, extinta a vida corpórea, à vida espiritual - A alma após a morte; sua individualidade. Vida eterna - 149 (veja na Kardecpédia)

A alma após a morte; sua individualidade. Vida eterna

 

149. Que sucede à alma no instante da morte?
“Volta a ser Espírito, isto é, volve ao mundo dos Espíritos, donde se apartara momentaneamente.”

150. A alma, após a morte, conserva a sua individualidade?

“Sim; jamais a perde. Que seria ela, se não a conservasse?”

149a) – Como constata a alma a sua individualidade, uma vez que não tem mais corpo material?
“Continua a ter um fluido que lhe é próprio, haurido na atmosfera do seu planeta, e que guarda a aparência de sua última encarnação: seu perispírito.”

149b) – A alma nada leva consigo deste mundo?
“Nada, a não ser a lembrança e o desejo de ir para um mundo melhor, lembrança cheia de doçura ou de amargor, conforme o uso que ela fez da vida. Quanto mais pura for, melhor compreenderá a futilidade do que deixa na Terra.”

 

151. Que pensar da opinião dos que dizem que após a morte a alma retorna ao todo universal?
“O conjunto dos Espíritos não forma um todo? Não constitui um mundo completo? Quando estás numa assembleia, és parte integrante dela; mas, não obstante, conservas sempre a tua individualidade.”

 

152. Que prova podemos ter da individualidade da alma depois da morte?
“Não tendes essa prova nas comunicações que recebeis? Se não fôsseis cegos, veríeis; se não fôsseis surdos, ouviríeis; pois que muito amiúde uma voz vos fala, reveladora da existência de um ser fora de vós.”

Os que pensam que, pela morte, a alma reingressa no todo universal estão em erro, se supõem que, semelhante à gota d’água que cai no oceano, ela perde ali a sua individualidade. Estão certos, se por todo universal entendem o conjunto dos seres incorpóreos, conjunto de que cada alma ou Espírito é um elemento.

Se as almas se confundissem num amálgama só teriam as qualidades do conjunto, nada as distinguiria umas das outras. Careceriam de inteligência e de qualidades próprias quando, ao contrário, em todas as comunicações, denotam ter consciência do seu eu e uma vontade distinta. A diversidade infinita que apresentam, sob todos os aspectos, é a consequência mesma de constituírem individualidades diversas. Se, após a morte, só houvesse o que se chama o grande Todo, a absorver todas as individualidades, esse Todo seria uniforme e, então, as comunicações que se recebessem do mundo invisível seriam idênticas. Desde que, porém, lá se nos deparam seres bons e maus, sábios e ignorantes, felizes e desgraçados; que lá os há de todos os caracteres: alegres e tristes, levianos e ponderados, etc., patente se faz que eles são seres distintos. A individualidade ainda mais evidente se torna quando esses seres provam a sua identidade por sinais incontestáveis, particularidades pessoais verificáveis, referentes às suas vidas terrestres. Também não pode ser posta em dúvida quando se fazem visíveis nas aparições. A individualidade da alma nos era ensinada em teoria, como artigo de fé. O Espiritismo a torna manifesta e, de certo modo, material.

 

153. Em que sentido se deve entender a vida eterna?
“A vida do Espírito é que é eterna; a do corpo é transitória e passageira. Quando o corpo morre, a alma retoma a vida eterna.”

153a) – Não seria mais exato chamar vida eterna à dos Espíritos puros, dos que, tendo atingido a perfeição, não estão sujeitos a sofrer mais prova alguma?
“Essa é antes a felicidade eterna. Mas isto constitui uma questão de palavras. Chamai as coisas como quiserdes, contanto que vos entendais.”

149. Que sucede à alma no instante da morte?
“Volta a ser Espírito, isto é, volve ao mundo dos Espíritos, donde se apartara momentaneamente.”

150. A alma, após a morte, conserva a sua individualidade?

“Sim; jamais a perde. Que seria ela, se não a conservasse?”

150a) – Como constata a alma a sua individualidade, uma vez que não tem mais corpo material?
“Continua a ter um fluido que lhe é próprio, haurido na atmosfera do seu planeta, e que guarda a aparência de sua última encarnação: seu perispírito.”

150b) – A alma nada leva consigo deste mundo?
“Nada, a não ser a lembrança e o desejo de ir para um mundo melhor, lembrança cheia de doçura ou de amargor, conforme o uso que ela fez da vida. Quanto mais pura for, melhor compreenderá a futilidade do que deixa na Terra.”

 

151. Que pensar da opinião dos que dizem que após a morte a alma retorna ao todo universal?
“O conjunto dos Espíritos não forma um todo? Não constitui um mundo completo? Quando estás numa assembleia, és parte integrante dela; mas, não obstante, conservas sempre a tua individualidade.”

 

152. Que prova podemos ter da individualidade da alma depois da morte?
“Não tendes essa prova nas comunicações que recebeis? Se não fôsseis cegos, veríeis; se não fôsseis surdos, ouviríeis; pois que muito amiúde uma voz vos fala, reveladora da existência de um ser fora de vós.”

Os que pensam que, pela morte, a alma reingressa no todo universal estão em erro, se supõem que, semelhante à gota d’água que cai no oceano, ela perde ali a sua individualidade. Estão certos, se por todo universal entendem o conjunto dos seres incorpóreos, conjunto de que cada alma ou Espírito é um elemento.

Se as almas se confundissem num amálgama só teriam as qualidades do conjunto, nada as distinguiria umas das outras. Careceriam de inteligência e de qualidades próprias quando, ao contrário, em todas as comunicações, denotam ter consciência do seu eu e uma vontade distinta. A diversidade infinita que apresentam, sob todos os aspectos, é a consequência mesma de constituírem individualidades diversas. Se, após a morte, só houvesse o que se chama o grande Todo, a absorver todas as individualidades, esse Todo seria uniforme e, então, as comunicações que se recebessem do mundo invisível seriam idênticas. Desde que, porém, lá se nos deparam seres bons e maus, sábios e ignorantes, felizes e desgraçados; que lá os há de todos os caracteres: alegres e tristes, levianos e ponderados, etc., patente se faz que eles são seres distintos. A individualidade ainda mais evidente se torna quando esses seres provam a sua identidade por sinais incontestáveis, particularidades pessoais verificáveis, referentes às suas vidas terrestres. Também não pode ser posta em dúvida quando se fazem visíveis nas aparições. A individualidade da alma nos era ensinada em teoria, como artigo de fé. O Espiritismo a torna manifesta e, de certo modo, material.

 

153. Em que sentido se deve entender a vida eterna?
“A vida do Espírito é que é eterna; a do corpo é transitória e passageira. Quando o corpo morre, a alma retoma a vida eterna.”

153a) – Não seria mais exato chamar vida eterna à dos Espíritos puros, dos que, tendo atingido a perfeição, não estão sujeitos a sofrer mais prova alguma?

“Essa é antes a felicidade eterna. Mas isto constitui uma questão de palavras. Chamai as coisas como quiserdes, contanto que vos entendais.”

Separação da alma e do corpo

154. É dolorosa a separação da alma e do corpo?
“Não; o corpo muitas vezes sofre mais durante a vida do que no momento da morte; a alma nenhuma parte toma nisso. Os sofrimentos que algumas vezes se experimentam no instante da morte são um gozo para o Espírito, que vê chegar o termo do seu exílio.”

Na morte natural, a que sobrevém pelo esgotamento dos órgãos, em consequência da idade, o homem deixa a vida sem o perceber: é uma lâmpada que se apaga por falta de óleo.

 

155. Como se opera a separação da alma e do corpo?
“Rotos os laços que a retinham, ela se desprende.”

155a) – A separação se dá instantaneamente por brusca transição? Haverá alguma linha de demarcação nitidamente traçada entre a vida e a morte?
“Não; a alma se desprende gradualmente, não se escapa como um pássaro cativo a que se restitua subitamente a liberdade. Aqueles dois estados se tocam e confundem, de sorte que o Espírito se solta pouco a pouco dos laços que o prendiam. Estes laços se desatam, não se quebram.”

Durante a vida, o Espírito se acha preso ao corpo pelo seu envoltório semimaterial ou perispírito. A morte é a destruição do corpo somente, não a desse outro envoltório, que do corpo se separa quando cessa neste a vida orgânica. A observação demonstra que, no instante da morte, o desprendimento do perispírito não se completa subitamente; que, ao contrário, se opera gradualmente e com uma lentidão muito variável conforme os indivíduos. Em uns é bastante rápido, podendo dizer-se que o momento da morte é mais ou menos o da libertação. Em outros, naqueles sobretudo cuja vida foi toda material e sensual, o desprendimento é muito menos rápido, durando algumas vezes dias, semanas e até meses, o que não implica existir, no corpo, a menor vitalidade, nem a possibilidade de volver à vida, mas uma simples afinidade com o Espírito, afinidade que guarda sempre proporção com a preponderância que, durante a vida, o Espírito deu à matéria. É, com efeito, racional conceber-se que, quanto mais o Espírito se haja identificado com a matéria, tanto mais penoso lhe seja separar-se dela; ao passo que a atividade intelectual e moral, a elevação dos pensamentos operam um começo de desprendimento, mesmo durante a vida do corpo, de modo que, em chegando a morte, ele é quase instantâneo. Tal o resultado dos estudos feitos em todos os indivíduos que se têm podido observar por ocasião da morte. Essas observações ainda provam que a afinidade que, em certos indivíduos, persiste entre a alma e o corpo, é, às vezes, muito penosa, porquanto o Espírito pode experimentar o horror da decomposição. Este caso, porém, é excepcional e peculiar a certos gêneros de vida e a certos gêneros de morte. Verifica-se com alguns suicidas.

kardecpedia.jpg

Evangelho de Mateus 17: 14 a20 (veja na Bíblia Online)

“E, quando chegaram à multidão, aproximou-se-lhe um homem, pondo-se de joelhos diante dele, e dizendo:
Senhor, tem misericórdia de meu filho, que é lunático e sofre muito; pois muitas vezes cai no fogo, e muitas vezes na água;

E trouxe-o aos teus discípulos; e não puderam curá-lo.
E Jesus, respondendo, disse:
Ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei eu convosco, e até quando vos sofrerei? Trazei-mo aqui.

E, repreendeu Jesus o demônio, que saiu dele, e desde aquela hora o menino sarou.
Então os discípulos, aproximando-se de Jesus em particular, disseram:
Por que não pudemos nós expulsá-lo?
E Jesus lhes disse:

Por causa de vossa incredulidade; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível.”  

Evangelho de Mateus 6:25-34 (veja na Bíblia Online)

²⁵ Por isso vos digo: Não andeis ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?

²⁶ Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?

²⁷ E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?
²⁸ E, quanto ao vestuário, por que andais ansiosos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;

²⁹ E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.

³⁰ Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé?

³¹ Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos?

³² Porque todas estas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas;

³³ Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.

³⁴ Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. 

Mateus 6:25-34

Resumo Temático

1. O que é a Fé?

A apresentação explica que a fé pode ser humana ou divina, dependendo de como a pessoa utiliza suas capacidades, seja para necessidades terrenas ou aspirações espirituais. Fé envolve confiança em si mesmo, na realização de algo, crença em princípios religiosos ou doutrinários, e, principalmente, uma crença baseada na razão e em fatos.

2. Fé e Religião

A fé não depende de pertencer a uma religião específica, mas sim de uma convicção íntima e racional. Ela não pode ser imposta, mas adquirida por quem a busca sinceramente. O Espiritismo, por exemplo, convida ao exame racional e não impõe crenças.

3. Fé Cega x Fé Raciocinada

A fé cega aceita tudo sem questionar, podendo levar ao fanatismo e ao erro. Já a fé raciocinada se baseia na razão, examina e busca a verdade, sendo mais sólida e duradoura.

4. A Fé Espírita

O Espiritismo valoriza a razão como reflexo da razão divina. Fé e razão devem caminhar juntas, ampliando horizontes e proporcionando paz interior. A filosofia espírita oferece uma crença robusta, racional, baseada no conhecimento do mundo invisível e na confiança em leis superiores de justiça e progresso.

5. Fé que Remove Montanhas

A expressão “remover montanhas” é explicada a partir do episódio bíblico em que Jesus fala sobre a fé do tamanho de um grão de mostarda. As “montanhas” simbolizam dificuldades, resistências, preconceitos, interesses materiais, egoísmo, fanatismo e paixões orgulhosas.

6. Características da Fé Robusta

A fé robusta traz perseverança, energia e recursos para superar obstáculos. Suas principais características são:

*   Sinceridade, paciência e calma
*   Confiança profunda, independente das circunstâncias
*   Capacidade de questionar e crescer com dúvidas honestas
*   Perseverança diante das crises
*   Humildade para reconhecer limites e aceitar mistérios

7. Fé e Obras

A verdadeira fé é ativa e se manifesta em ações e transformação moral. Crer sem praticar o bem é uma fé incompleta. Fé, esperança e caridade formam uma tríade inseparável.

8. Parábola da Figueira Seca

O episódio bíblico da figueira seca reforça a importância da fé ativa e confiante, capaz de realizar o impossível quando não há dúvidas no coração.

9. Mensagem Final

A fé verdadeira não é aceitar cegamente, mas confiar profundamente. Ela fortalece o espírito, dá coragem para enfrentar dificuldades e transforma a forma como lidamos com os desafios. A fé não destrói as “montanhas”, mas eleva o ser humano acima delas.

bottom of page