A palestra, realizada no início do ano, celebra simbolicamente a passagem de ciclo
e incentiva reflexões sobre novos caminhos. Ela apresenta conceitos essenciais que ajudam na busca de rumos para o novo ano.
O amadurecimento é acompanhado pelo tempo, sendo um processo natural da vida
e comprovado pela natureza, exigindo mudanças pessoais.
Ao acompanhar os textos, de forma simples, surgem novas perspectivas fora do senso comum,
possibilitando transformações necessárias, muitas vezes inconscientes.
Boa viagem, nesse caminho fora do Tempo!
00:00
00:08
00:35
01:04
03:02
04:27
06:31
08:36
11:00
13:15
14:32
16:20
19:20
25:14
27:43
29:28
31:34
34:12
35:09
38:37
40:08
40:58
42:23
44:24
57:06
Título/Data/Palestrante
Prece
Palestra
Criação do Dia e Noite
Pensando sobre o Tempo
O Passar do Tempo
Ano Novo
Um dia depois o outro
Mudança Real
Mudar/ Realizar
Autobiografia de uma Mudança
Extinção da Culpa
Humildade
o Sofrimento
a Felicidade
o Desperdício da Vida
o Eterno Presente
Conscientizando o Tempo
o Instante do Agora
a Sua Presença
Tentando o Pequeno
É Fácil Ser Feliz
Sueli Machado
O Livro dos Espíritos - Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos - Capitulo II — Da encarnação dos Espíritos - Objetivo da encarnação - 132 (veja na Kardecpédia)
132. Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos?
​
“Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento em harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.”
​
A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do universo. Deus, porém, na sua sabedoria, quis que nessa mesma ação eles encontrassem um meio de progredir e de se aproximar dele. Deste modo, por uma admirável lei da Providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na natureza.
O Livro dos Espíritos - Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos - Capítulo IV — Da pluralidade das existências - Justiça da reencarnação - 171 (veja na Kardecpédia)
171. Em que se funda o dogma da reencarnação?
​
“Na justiça de Deus e na revelação, pois incessantemente repetimos: o bom pai deixa sempre aberta a seus filhos uma porta para o arrependimento. Não te diz a razão que seria injusto privar para sempre da felicidade eterna todos aqueles de quem não dependeu o melhorarem-se? Não são filhos de Deus todos os homens? Só entre os egoístas se encontram a iniquidade, o ódio implacável e os castigos sem remissão.”
Todos os Espíritos tendem para a perfeição e Deus lhes faculta os meios de alcançá-la, proporcionando-lhes as provações da vida corporal. Sua justiça, porém, lhes concede realizar, em novas existências, o que não puderam fazer ou concluir numa primeira prova.
​
Não obraria Deus com equidade, nem de acordo com a sua bondade, se condenasse para sempre os que talvez hajam encontrado, oriundos do próprio meio onde foram colocados e alheios à vontade que os animava, obstáculos ao seu melhoramento. Se a sorte do homem se fixasse irrevogavelmente depois da morte, não seria uma única a balança em que Deus pesa as ações de todas as criaturas e não haveria imparcialidade no tratamento que a todas dispensa.
​
A doutrina da reencarnação, isto é, a que consiste em admitir para o Espírito muitas existências sucessivas, é a única que corresponde à ideia que formamos da justiça de Deus para com os homens que se acham em condição moral inferior; a única que pode explicar o futuro e firmar as nossas esperanças, pois que nos oferece os meios de resgatarmos os nossos erros por novas provações. A razão no-la indica e os Espíritos a ensinam.
​
O homem que tem consciência da sua inferioridade haure consoladora esperança na doutrina da reencarnação. Se crê na justiça de Deus, não pode contar que venha a achar-se, para sempre, em pé de igualdade com os que mais fizeram do que ele. Sustém-no, porém, e lhe reanima a coragem a ideia de que aquela inferioridade não o deserda eternamente do supremo bem e que, mediante novos esforços, dado lhe será conquistá-lo. Quem é que, ao cabo da sua carreira, não deplora haver tão tarde ganhado uma experiência de que já não mais pode tirar proveito? Entretanto, essa experiência tardia não fica perdida; o Espírito a utilizará em nova existência.
O Livro dos Espíritos - Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos - Capítulo VII — Da volta do Espírito à vida corporal - Esquecimento do passado - 392 (veja na Kardecpédia)
392. Por que perde o Espírito encarnado a lembrança do seu passado?
​
“Não pode o homem, nem deve, saber tudo. Deus assim o quer em sua sabedoria. Sem o véu que lhe oculta certas coisas, ficaria ofuscado, como quem, sem transição, saísse do escuro para o claro. Esquecido de seu passado, ele é mais ele mesmo.”
O Livro dos Espíritos - Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos - Capítulo VII — Da volta do Espírito à vida corporal - Esquecimento do passado - 392 (veja na Kardecpédia)
393. Como pode o homem ser responsável por atos e resgatar faltas dos quais não se recorda? Como pode aproveitar-se da experiência adquirida em existências que caíram no esquecimento?
Seria concebível que as tribulações da vida fossem para ele uma lição, se pudesse lembrar-se daquilo que as atraiu, mas desde que não se recorda, cada existência é para ele como se fosse a primeira, e é assim que ele está sempre a recomeçar. Como conciliar isto com a justiça de Deus?
​
“Em cada nova existência, o homem dispõe de mais inteligência e melhor pode distinguir o bem do mal. Onde o seu mérito se se lembrasse de todo o passado? Quando o Espírito volta à vida primitiva (a vida espírita), diante dos olhos se lhe estende toda a sua vida pretérita. Vê as faltas que cometeu e que deram causa ao seu sofrer, assim como de que modo as teria evitado. Reconhece justa a situação em que se acha e busca então uma existência capaz de reparar a que vem de transcorrer.
Escolhe provas análogas às de que não soube aproveitar, ou as lutas que considere apropriadas ao seu adiantamento e pede a Espíritos que lhe são superiores que o ajudem na nova empresa que sobre si toma, ciente de que o Espírito que lhe for dado por guia nessa outra existência se esforçará pelo levar a reparar suas faltas, dando-lhe uma espécie de intuição das em que incorreu. Tendes essa intuição no pensamento, no desejo criminoso que frequentemente vos assalta e a que instintivamente resistis, atribuindo, as mais das vezes, essa resistência aos princípios que recebestes de vossos pais, quando é a voz da consciência que vos fala.
Essa voz, que é a lembrança do passado, vos adverte para não recairdes nas faltas de que já vos fizestes culpados. Na nova existência, se sofre com coragem aquelas provas e resiste, o Espírito se eleva e ascende na hierarquia dos Espíritos, ao voltar para o meio deles.”
​
Não temos, é certo, durante a vida corpórea, lembrança exata do que fomos, nem do bem ou do mal que fizemos, em anteriores existências; mas temos de tudo isso a intuição, sendo as nossas tendências instintivas uma reminiscência do passado. E a nossa consciência, que é o desejo que experimentamos de não reincidir nas faltas já cometidas, nos concita a resistir àqueles pendores.
Resumo da Palestra:
-
Resumo: 2. Origem do tempo e sua função
Há uma citação bíblica (Gênesis 1:14-17) que fala sobre a criação dos luminares para separar o dia da noite e marcar os tempos, dias e anos, mostrando que o tempo é uma referência fundamental para a vida humana.
-
Resumo: 3. O tempo como medida e valor humano
O tempo é apresentado como uma medida útil, mas seu valor depende de como o ser humano o interpreta e utiliza. O dicionário define tempo como a sucessão de anos, dias e horas, envolvendo passado, presente e futuro.
-
Resumo: 4. Mudanças ao longo do tempo
A apresentação aborda as mudanças externas (aparência) e internas (atitudes, ideias, sentimentos) que ocorrem com o passar do tempo. Mudar é deixar para trás o conhecido e enfrentar o novo.
-
Resumo: 5. Esperança e renovação
O conceito de esperança é reforçado com um poema de Mario Quintana, que personifica a esperança como uma criança que renasce a cada novo ano, trazendo renovação e otimismo.
-
Resumo: 6. Ação, mudança e realização
Para realizar mudanças e alcançar objetivos, é necessário unir esperança, ação e mudança. Só assim é possível concretizar sonhos e transformar a realidade.
-
Resumo: 7. Autoconhecimento e responsabilidade
A apresentação traz a ideia de assumir responsabilidade pelos próprios erros e aprender com eles, ilustrada pelo texto “Autobiografia em Cinco Capítulos Curtos” de Portia Nelson, que mostra o processo de mudança de comportamento e superação de hábitos negativos.
-
Resumo: 8. Felicidade e presença
O conceito de felicidade é explorado, mostrando que ela está ligada à capacidade de viver o presente, sem se prender ao passado ou ao futuro. A felicidade é vista como fruto de pequenas ações diárias e da presença consciente no agora.
-
Resumo: 9. Práticas para uma vida melhor
A apresentação sugere práticas diárias para superar dificuldades e cultivar o bem-estar, como fazer algo por si e pelos outros, exercitar corpo e mente, e agradecer pelas bênçãos recebidas.
-
Resumo: 10. Amor e espiritualidade
Finaliza com uma mensagem de Jesus sobre o amor a Deus e ao próximo, indicando que esse é um bom começo para o novo ano.
-
Resumo: 10. Amor e espiritualidade
Finaliza com uma mensagem de Jesus sobre o amor a Deus e ao próximo, indicando que esse é um bom começo para o novo ano.
-
Mensagem Central:
A apresentação O TEMPO convida à reflexão sobre o significado do tempo, a importância da esperança, da mudança e da ação para realizar sonhos, e destaca que a felicidade está em viver o presente com consciência, responsabilidade e amor.
