top of page
faixa_1.png

# 114 Podcast
Josiani Teixeira

A apresentação oferece uma reflexão sobre como nossa vida "codependente dos outros" em todos os momentos, reforçando a importância de valorizar a convivência e partilhar com o próximo.
O lema "Fora da caridade não há salvação" resume o espírito da mensagem e nos sustenta nos momentos mais dífíceis de alcançar o Perdão.

​

Os principais pontos abordados, destacando as ideias centrais sobre a vida em sociedade, a importância da convivência e o papel do indivíduo no coletivo. Veja no Resumo Temático.

00:00

00:08

00:42

00:48

08:39

09:58

14:22

16:41

18:51

31:32

34:02

40:36

42:33

45:16

45:33

46:00

47:36

55:44

57:12

57:56

01:00:35

Título/Data/Palestrante

Prece

Palestra

Lei de Sociedade

Moralidade e Convivência

A Urbanização  e a Interdependência

No Convívio Urbano

A Misantropia Urbana

1º e 2º Mandamento

A Misantropia Urbana

Aqueles que se Isolam

Trabalho Comunitário

Trabalho Conciência

Trabalhar só por Dinheiro

Filantropia Altruísta

Trabalhar por Amor

Família - base do Amor

Reflexão - Eu e os Outros

Viver é Partilhar e Amar

Frase de Kardec

Em Resumo

Resumo Temático

Sueli Machado

Meu Reino não é deste Mundo

O Livro dos Espíritos - Parte terceira — Das leis morais - Capítulo VII — 6. Lei de sociedade (veja na Kardecpédia)

Capítulo II — Meu reino não é deste mundo

01

1. Pilatos, tendo entrado de novo no palácio e feito vir Jesus à sua presença, perguntou-lhe: És o rei dos judeus? — Respondeu-lhe Jesus: Meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, a minha gente houvera combatido para impedir que eu caísse nas mãos dos judeus; mas, o meu reino ainda não é aqui.

Disse-lhe então Pilatos: És, pois, rei? — Jesus lhe respondeu: Tu o dizes; sou rei; não nasci e não vim a este mundo senão para dar testemunho da verdade. Aquele que pertence à verdade escuta a minha voz. (S. João, 18:33, 36 e 37.)

 

A vida futura

​

2. Por essas palavras, Jesus claramente se refere à vida futura, que ele apresenta, em todas as circunstâncias, como a meta a que a humanidade irá ter e como devendo constituir objeto das maiores preocupações do homem na Terra. Todas as suas máximas se reportam a esse grande princípio. Com efeito, sem a vida futura, nenhuma razão de ser teria a maior parte dos seus preceitos morais, donde vem que os que não creem na vida futura, imaginando que ele apenas falava na vida presente, não os compreendem, ou os consideram pueris.

Esse dogma pode, portanto, ser tido como o eixo do ensino do Cristo, pelo que foi colocado num dos primeiros lugares à frente desta obra. É que ele tem de ser o ponto de mira de todos os homens; só ele justifica as anomalias da vida terrena e se mostra de acordo com a justiça de Deus.

 

3. Apenas ideias muito imprecisas tinham os judeus acerca da vida futura. Acreditavam nos anjos, considerando-os seres privilegiados da criação; não sabiam, porém, que os homens podem um dia tornar-se anjos e partilhar da felicidade destes. Segundo eles, a observância das leis de Deus era recompensada com os bens terrenos, com a supremacia da nação a que pertenciam, com vitórias sobre os seus inimigos. As calamidades públicas e as derrotas eram o castigo da desobediência àquelas leis. Moisés não pudera dizer mais do que isso a um povo pastor e ignorante, que precisava ser tocado, antes de tudo, pelas coisas deste mundo. Mais tarde, Jesus lhe revelou que há outro mundo, onde a justiça de Deus segue o seu curso. É esse o mundo que ele promete aos que cumprem os mandamentos de Deus e onde os bons acharão sua recompensa. Aí o seu reino; lá é que ele se encontra na sua glória e para onde voltaria quando deixasse a Terra.

Jesus, porém, conformando seu ensino com o estado dos homens de sua época, não julgou conveniente dar-lhes luz completa, percebendo que eles ficariam deslumbrados, visto que não a compreenderiam. Limitou-se a, de certo modo, apresentar a vida futura apenas como um princípio, como uma lei da natureza a cuja ação ninguém pode fugir. Todo cristão, pois, necessariamente crê na vida futura; mas, a ideia que muitos fazem dela é ainda vaga, incompleta e, por isso mesmo, falsa em diversos pontos. Para grande número de pessoas, não há, a tal respeito, mais do que uma crença, balda de certeza absoluta, donde as dúvidas e mesmo a incredulidade.

O Espiritismo veio completar, nesse ponto, como em vários outros, o ensino do Cristo, fazendo-o quando os homens já se mostram maduros bastante para apreender a verdade. Com o Espiritismo, a vida futura deixa de ser simples artigo de fé, mera hipótese; torna-se uma realidade material, que os fatos demonstram, porquanto são testemunhas oculares os que a descrevem nas suas fases todas e em todas as suas peripécias, e de tal sorte que, além de impossibilitarem qualquer dúvida a esse propósito, facultam à mais vulgar inteligência a possibilidade de imaginá-la sob seu verdadeiro aspecto, como toda gente imagina um país cuja pormenorizada descrição leia. Ora, a descrição da vida futura é tão circunstancialmente feita, são tão racionais as condições, ditosas ou infortunadas, da existência dos que lá se encontram, quais eles próprios pintam, que cada um, aqui, a seu mau grado, reconhece e declara a si mesmo que não pode ser de outra forma, porquanto, assim sendo, patente fica a verdadeira justiça de Deus.


 

A realeza de Jesus
 

4. Que não é deste mundo o reino de Jesus todos compreendem; mas não terá ele uma realeza também na Terra? Nem sempre o título de rei implica o exercício do poder temporal. Dá-se esse título, por unânime consenso, a todo aquele que, pelo seu gênio, ascende à primeira plana numa ordem de ideias quaisquer, a todo aquele que domina o seu século e influi sobre o progresso da humanidade. É nesse sentido que se costuma dizer: o rei ou príncipe dos filósofos, dos artistas, dos poetas, dos escritores, etc. Essa realeza, oriunda do mérito pessoal, consagrada pela posteridade, não revela, muitas vezes, preponderância bem maior do que a que cinge a coroa real? Imperecível é a primeira, enquanto esta outra é joguete das vicissitudes; as gerações que se sucedem à primeira sempre a bendizem, ao passo que, por vezes, amaldiçoam a outra. Esta, a terrestre, acaba com a vida; a realeza moral se prolonga e mantém o seu poder, governa, sobretudo, após a morte. Sob esse aspecto não é Jesus mais poderoso rei do que os potentados da Terra? Razão, pois, lhe assistia para dizer a Pilatos, conforme disse: “Sou rei, mas o meu reino não é deste mundo.

​

O ponto de vista​

5. A ideia clara e precisa que se faça da vida futura proporciona inabalável fé no porvir, fé que acarreta enormes consequências sobre a moralização dos homens, porque muda completamente o ponto de vista sob o qual encaram eles a vida terrena. Para quem se coloca, pelo pensamento, na vida espiritual, que é indefinida, a vida corpórea se torna simples passagem, breve estada num país ingrato. As vicissitudes e tribulações dessa vida não passam de incidentes que ele suporta com paciência, por sabê-las de curta duração, devendo seguir-se-lhes um estado mais ditoso. À morte nada mais restará de aterrador; deixa de ser a porta que se abre para o nada e torna-se a que dá para a libertação, pela qual entra o exilado numa mansão de bem-aventurança e de paz. Sabendo temporária e não definitiva a sua estada no lugar onde se encontra, menos atenção presta às preocupações da vida, resultando-lhe daí uma calma de espírito que tira àquela muito do seu amargor.

Pelo simples fato de duvidar da vida futura, o homem dirige todos os seus pensamentos para a vida terrestre. Sem nenhuma certeza quanto ao porvir, dá tudo ao presente. Nenhum bem divisando mais precioso do que os da Terra, torna-se qual a criança que nada mais vê além de seus brinquedos. E não há o que não faça para conseguir os únicos bens que se lhe afiguram reais. A perda do menor deles lhe ocasiona causticante pesar; um engano, uma decepção, uma ambição insatisfeita, uma injustiça de que seja vítima, o orgulho ou a vaidade feridos são outros tantos tormentos, que lhe transformam a existência numa perene angústia, infligindo-se ele, desse modo, a si próprio, verdadeira tortura de todos os instantes. Colocando o ponto de vista, de onde considera a vida corpórea, no lugar mesmo em que ele aí se encontra, vastas proporções assume tudo o que o rodeia. O mal que o atinja, como o bem que toque aos outros, grande importância adquire aos seus olhos. Àquele que se acha no interior de uma cidade, tudo lhe parece grande: assim os homens que ocupem as altas posições, como os monumentos. Suba ele, porém, a uma montanha, e logo bem pequenos lhe parecerão homens e coisas.

É o que sucede ao que encara a vida terrestre do ponto de vista da vida futura; a humanidade, tanto quanto as estrelas do firmamento, perde-se na imensidade. Percebe então que grandes e pequenos estão confundidos, como formigas sobre um montículo de terra; que proletários e potentados são da mesma estatura, e lamenta que essas criaturas efêmeras a tantas canseiras se entreguem para conquistar um lugar que tão pouco as elevará e que por tão pouco tempo conservarão. Daí se segue que a importância dada aos bens terrenos está sempre em razão inversa da fé na vida futura.

 

6. Se toda a gente pensasse dessa maneira, dir-se-ia, tudo na Terra periclitaria, porquanto ninguém mais se iria ocupar com as coisas terrenas. Não; o homem, instintivamente, procura o seu bem-estar e, embora certo de que só por pouco tempo permanecerá no lugar em que se encontra, cuida de estar aí o melhor ou o menos mal que lhe seja possível. Ninguém há que, dando com um espinho debaixo de sua mão, não a retire, para se não picar. Ora, o desejo do bem-estar força o homem a tudo melhorar, impelido que é pelo instinto do progresso e da conservação, que está nas leis da natureza. Ele, pois, trabalha por necessidade, por gosto e por dever, obedecendo, desse modo, aos desígnios da Providência, que, para tal fim, o pôs na Terra. Simplesmente, aquele que se preocupa com o futuro não liga ao presente mais do que relativa importância e facilmente se consola dos seus insucessos, pensando no destino que o aguarda.

Deus, conseguintemente, não condena os gozos terrenos; condena, sim, o abuso desses gozos em detrimento das coisas da alma. Contra tais abusos é que se premunem os que a si próprios aplicam estas palavras de Jesus: Meu reino não é deste mundo.

Aquele que se identifica com a vida futura assemelha-se ao rico que perde sem emoção uma pequena soma. Aquele cujos pensamentos se concentram na vida terrestre assemelha-se ao pobre que perde tudo o que possui e se desespera.

 

7. O Espiritismo dilata o pensamento e lhe rasga horizontes novos. Em vez dessa visão, acanhada e mesquinha, que o concentra na vida atual, que faz do instante que vivemos na Terra único e frágil eixo do porvir eterno, ele, o Espiritismo, mostra que essa vida não passa de um elo no harmonioso e magnífico conjunto da obra do Criador. Mostra a solidariedade que conjuga todas as existências de um mesmo ser, todos os seres de um mesmo mundo e os seres de todos os mundos. Faculta assim uma base e uma razão de ser à fraternidade universal, enquanto a doutrina da criação da alma por ocasião do nascimento de cada corpo torna estranhos uns aos outros todos os seres. Essa solidariedade entre as partes de um mesmo todo explica o que inexplicável se apresenta, desde que se considere apenas um ponto. Esse conjunto, ao tempo do Cristo, os homens não o teriam podido compreender, motivo por que ele reservou para outros tempos o fazê-lo conhecido.
 

Instruções dos Espíritos

​

8. Quem melhor do que eu pode compreender a verdade destas palavras de Nosso Senhor: “O meu reino não é deste mundo”? O orgulho me perdeu na Terra. Quem, pois, compreenderia o nenhum valor dos reinos da Terra, se eu o não compreendia? Que trouxe eu comigo da minha realeza terrena? Nada, absolutamente nada. E, como que para tornar mais terrível a lição, ela nem sequer me acompanhou até o túmulo! Rainha entre os homens, como rainha julguei que penetrasse no reino dos céus! Que desilusão! Que humilhação, quando, em vez de ser recebida qual soberana, vi acima de mim, mas muito acima, homens que eu julgava insignificantes e aos quais desprezava, por não terem sangue nobre! Oh! como então compreendi a esterilidade das honras e grandezas que com tanta avidez se requestam na Terra!

Para se granjear um lugar neste reino, são necessárias a abnegação, a humildade, a caridade em toda a sua celeste prática, a benevolência para com todos. Não se vos pergunta o que fostes, nem que posição ocupastes, mas que bem fizestes, quantas lágrimas enxugastes.

Oh! Jesus, tu o disseste, teu reino não é deste mundo, porque é preciso sofrer para chegar ao céu, de onde os degraus de um trono a ninguém aproximam. A ele só conduzem as veredas mais penosas da vida. Procurai-lhe, pois, o caminho, através das urzes e dos espinhos, não por entre as flores.

Correm os homens por alcançar os bens terrestres, como se os houvessem de guardar para sempre; ainda aqui, outra ilusão. Cedo se apercebem eles de que apenas apanharam uma sombra e desprezaram os únicos bens reais e duradouros, os únicos que lhes aproveitam na morada celeste, os únicos que lhes podem facultar acesso a esta.

Compadecei-vos dos que não ganharam o reino dos céus; ajudai-os com as vossas preces, porquanto a prece aproxima do Altíssimo o homem; é o traço de união entre o céu e a Terra: não o esqueçais.

 

Uma Rainha de França
Havre, 1863

Síntese do capítulo II

1. A Vida Futura

A ideia central é que a verdadeira vida não é a corpórea, mas sim a vida espiritual.
A passagem pela Terra é temporária e funciona como uma "estadia em um hotel" ou uma viagem.
Compreender que a vida continua após a morte retira o peso excessivo das perdas materiais e das decepções mundanas. 

​

2. A Realeza de Jesus

Jesus não pretendia um trono político ou poder temporal.
Sua autoridade é moral e espiritual.
Ele reina sobre os corações e as consciências, exercendo uma soberania que advém da sua perfeição e sabedoria, e não da força ou da hierarquia humana. 

 

3. O Ponto de Vista

Este é um dos conceitos mais práticos do capítulo. A forma como encaramos as aflições muda completamente dependendo de onde olhamos:
• Visão Imediatista: Se olhamos apenas para a vida atual, as injustiças e dores parecem absurdas e insuportáveis.
• Visão Espiritual: Se olhamos sob a perspectiva da imortalidade da alma, as dificuldades tornam-se provas ou expiações necessárias para o nosso progresso. O que hoje é uma "tragédia" torna-se apenas um incidente passageiro na jornada do espírito.

Complilação de: "O desenvolvimento moral está muito atrelado à convivência." pela Modo IA do Google, tirado depáginas da Web - pelo Google (veja)

Essa é uma afirmação central na psicologia do desenvolvimento e na sociologia. De fato, a moralidade não nasce no vácuo; ela é um processo relacional.

Aqui estão alguns pontos-chave para aprofundar essa reflexão:
 

1. O Outro como Espelho

A convivência força o indivíduo a sair do egocentrismo. É através do contacto com o "outro" que desenvolvemos a empatia. Sem a interação, não haveria necessidade de regras, pois as regras existem precisamente para mediar conflitos de interesses entre duas ou mais pessoas.
 

2. A Perspetiva de Jean Piaget e Lawrence Kohlberg

Estes autores defendem que o desenvolvimento moral ocorre em etapas:

  • Anomia/Heteronomia: No início, seguimos regras por medo da punição ou obediência à autoridade (pais/professores).

  • Autonomia: Através da cooperação e do convívio com pares (iguais), a criança percebe que as regras são contratos sociais que visam o bem comum. A moral deixa de ser imposta de fora e passa a ser compreendida internamente. 
     

3. A Prática da Alteridade

A convivência expõe-nos à diversidade. É no debate, na negociação de quem brinca com o quê, ou na resolução de um mal-entendido, que exercitamos a justiça. Como dizia o filósofo Immanuel Kant, a moralidade resume-se em agir de forma que a nossa ação possa ser tornada uma lei universal. É impossível testar essa "lei" sem viver em sociedade.
 

4. O Papel do Exemplo (Aprendizagem Social)

Aprendemos muito mais pelo que vemos do que pelo que ouvimos. O ambiente social (família, escola, trabalho) fornece os modelos de conduta. Se a convivência é pautada pelo respeito e pela ética, a tendência é que o indivíduo incorpore esses valores como naturais.

Resumo Temático sobre: Lei de Sociedade 2

1. Sociedade: Origem e Organização

A apresentação inicia mostrando que muitos seres, para sobreviver, formam sociedades. Exemplos são insetos como abelhas, formigas, vespas e cupins, que possuem estruturas sociais altamente organizadas, com divisão de tarefas e castas. Animais como elefantes, leões, chimpanzés e lobos também vivem em grupos, cooperando para enfrentar desafios ambientais.

​

2. O Ser Humano e a Vida Social

O ser humano é apresentado como um ser eminentemente social, criado para conviver com seus semelhantes. A palavra e outras faculdades são vistas como instrumentos para a vida em sociedade. O progresso individual depende do contato com outros, pois ninguém possui todas as habilidades necessárias sozinho.

​

3. Ajuda Mútua e Desenvolvimento Moral

A convivência social é fundamental para o desenvolvimento moral, exercitando valores como amor, tolerância, bondade e caridade. A vida social estimula o progresso e neutraliza tendências ao isolamento, que podem causar angústia e depressão.

​

4. Interdependência Urbana

No contexto urbano, somos constantemente dependentes do esforço de outros para suprir nossas necessidades, desde roupas até alimentos e objetos. Isso reforça a ideia de interdependência e colaboração.​

​

5. Isolamento e Consequências

A apresentação alerta para os perigos do isolamento, como alienação, depressão e insatisfação. Participar da vida comunitária e ser útil são vistos como fundamentais para a saúde física e psíquica.​

​

6. Trabalho e Realização

O trabalho não é apenas um meio de subsistência, mas também de integração social e realização pessoal. A diferença entre trabalhar apenas por dinheiro e trabalhar pelo bem comum é destacada.

​

7. Da Misantropia à Filantropia

A verdadeira integração na sociedade ocorre quando superamos o egoísmo e cultivamos o amor pela humanidade, buscando ser úteis e contribuir para a felicidade alheia.

​

8. Família: Primeira Sociedade

Os laços familiares são apresentados como os primeiros laços sociais, onde aprendemos a amar e conviver. O lar é visto como uma microssociedade para exercitar o amor incondicional.

​

9. Interdependência Urbana

No contexto urbano, somos constantemente dependentes do esforço de outros para suprir nossas necessidades, desde roupas até alimentos e objetos. Isso reforça a ideia de interdependência e colaboração.​

​

9. Reflexão Final

A apresentação conclui com uma reflexão sobre como nossa vida depende dos outros em todos os momentos, reforçando a importância de valorizar a convivência e partilhar com o próximo. O lema "Fora da caridade não há salvação" resume o espírito da mensagem.

bottom of page