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# 113 Podcast
Sueli Machado

A apresentação oferece uma reflexão sobre como nossa vida "codependente dos outros" em todos os momentos, reforçando a importância de valorizar a convivência e partilhar com o próximo.
O lema "Fora da caridade não há salvação" resume o espírito da mensagem e nos sustenta nos momentos mais dífíceis de alcançar o Perdão.

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Os principais pontos abordados, destacando as ideias centrais sobre a vida em sociedade, a importância da convivência e o papel do indivíduo no coletivo. Veja no Resumo Temático.

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Título/Data/Palestrante

Prece

Palestra

Lei de Sociedade

Moralidade e Convivência

A Urbanização  e a Interdependência

No Convívio Urbano

A Misantropia Urbana

1º e 2º Mandamento

A Misantropia Urbana

Aqueles que se Isolam

Trabalho Comunitário

Trabalho Conciência

Trabalhar só por Dinheiro

Filantropia Altruísta

Trabalhar por Amor

Família - base do Amor

Reflexão - Eu e os Outros

Viver é Partilhar e Amar

Frase de Kardec

Em Resumo

Resumo Temático

Sueli Machado

Lei de Sociedade 2

O Livro dos Espíritos - Parte terceira — Das leis morais - Capítulo VII — 6. Lei de sociedade (veja na Kardecpédia)

Capítulo VII — 6. Lei de sociedade
Necessidade da vida social

766. A vida social está na natureza?

“Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.”

767. É contrário à lei da natureza o insulamento absoluto?

“Sem dúvida, pois que por instinto os homens buscam a sociedade e todos devem concorrer para o progresso, auxiliando-se mutuamente.”


768. Procurando a sociedade, não faz o homem mais do que obedecer a um sentimento pessoal, ou haverá nesse sentimento algum providencial objetivo de ordem mais geral?

“O homem tem que progredir. Insulado, não lhe é isso possível, por não dispor de todas as faculdades; é-lhe necessário o contato com os outros homens. No insulamento, ele se embrutece e estiola.”

Homem nenhum possui faculdades completas. Mediante a união social é que elas umas às outras se completam, para lhe assegurarem o bem-estar e o progresso. Por isso é que, precisando uns dos outros, os homens foram feitos para viver em sociedade e não insulados.

Vida de insulamento. Voto de silêncio.

 

769. Concebe-se que, como princípio geral, a vida social esteja na natureza. Mas, uma vez que também todos os gostos estão na natureza, por que será condenável o do insulamento absoluto, desde que cause satisfação ao homem?

“Satisfação egoísta. Também há homens que experimentam satisfação na embriaguez. Merece-te isso aprovação? Não pode agradar a Deus uma vida pela qual o homem se condena a não ser útil a ninguém.”

 

770. Que se deve pensar dos que vivem em absoluta reclusão, para fugir ao pernicioso contato do mundo?

“Duplo egoísmo.”

770a. — Mas, não será meritório esse retraimento se tiver por fim uma expiação, impondo-se aquele que o busca uma privação penosa?

“Fazer maior soma de bem do que de mal constitui a melhor expiação. Evitando um mal, aquele que por tal motivo se insula cai noutro, pois esquece a lei de amor e de caridade.”


771. Que pensar dos que fogem do mundo para se dedicarem a socorrer os desgraçados?

“Esses se elevam, rebaixando-se. Têm o duplo mérito de se colocarem acima dos gozos materiais e de fazerem o bem pelo cumprimento da lei do trabalho.”

771a. — E dos que buscam no retiro a tranquilidade que certos trabalhos reclamam?

“Isso não é o retraimento absoluto do egoísta. Tais homens não se insulam da sociedade, porquanto para ela trabalham.”


772. Que pensar do voto de silêncio prescrito por algumas seitas, desde a mais remota antiguidade?

“Perguntai, antes, a vós mesmos se a palavra é faculdade natural e por que Deus a concedeu ao homem. Deus condena o abuso e não o uso das faculdades que lhe outorgou. Entretanto, o silêncio é útil, pois no silêncio pões em prática o recolhimento; teu espírito se torna mais livre e pode então entrar em comunicação conosco. Mas o voto de silêncio é uma tolice. Sem dúvida têm boa intenção os que consideram essas privações como atos de virtude. Enganam-se, no entanto, porque não compreendem suficientemente as verdadeiras leis de Deus.”

O voto de silêncio absoluto, do mesmo modo que o voto de insulamento, priva o homem das relações sociais que lhe podem facultar ocasiões de fazer o bem e de cumprir a lei do progresso.


Laços de família

 

773. Por que é que, entre os animais, os pais e os filhos deixam de reconhecer-se quando estes não mais precisam de cuidados?

“Os animais vivem vida material e não vida moral. A ternura da mãe pelos filhos tem por princípio o instinto de conservação dos seres que ela deu à luz. Logo que esses seres podem cuidar de si mesmos, está ela com a sua tarefa concluída; nada mais lhe exige a natureza. Por isso é que os abandona, a fim de se ocupar com os recém-vindos.”

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774. Há pessoas que, do fato de os animais ao cabo de certo tempo abandonarem suas crias, deduzem não serem os laços de família, entre os homens, mais do que resultado dos costumes sociais, e não efeito de uma lei da natureza. Que devemos pensar a esse respeito?

“Diverso do dos animais é o destino do homem. Por que, então, querer sempre confundi-lo com eles? Há no homem alguma coisa mais, além das necessidades físicas: há a necessidade de progredir. Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tornam os primeiros. Eis por que os segundos constituem uma lei da natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a amar-se como irmãos.” (205.)


775. Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?

“Uma recrudescência do egoísmo.”

Complilação de: "O desenvolvimento moral está muito atrelado à convivência." pela Modo IA do Google, tirado depáginas da Web - pelo Google (veja)

Essa é uma afirmação central na psicologia do desenvolvimento e na sociologia. De fato, a moralidade não nasce no vácuo; ela é um processo relacional.

Aqui estão alguns pontos-chave para aprofundar essa reflexão:
 

1. O Outro como Espelho

A convivência força o indivíduo a sair do egocentrismo. É através do contacto com o "outro" que desenvolvemos a empatia. Sem a interação, não haveria necessidade de regras, pois as regras existem precisamente para mediar conflitos de interesses entre duas ou mais pessoas.
 

2. A Perspetiva de Jean Piaget e Lawrence Kohlberg

Estes autores defendem que o desenvolvimento moral ocorre em etapas:

  • Anomia/Heteronomia: No início, seguimos regras por medo da punição ou obediência à autoridade (pais/professores).

  • Autonomia: Através da cooperação e do convívio com pares (iguais), a criança percebe que as regras são contratos sociais que visam o bem comum. A moral deixa de ser imposta de fora e passa a ser compreendida internamente. 
     

3. A Prática da Alteridade

A convivência expõe-nos à diversidade. É no debate, na negociação de quem brinca com o quê, ou na resolução de um mal-entendido, que exercitamos a justiça. Como dizia o filósofo Immanuel Kant, a moralidade resume-se em agir de forma que a nossa ação possa ser tornada uma lei universal. É impossível testar essa "lei" sem viver em sociedade.
 

4. O Papel do Exemplo (Aprendizagem Social)

Aprendemos muito mais pelo que vemos do que pelo que ouvimos. O ambiente social (família, escola, trabalho) fornece os modelos de conduta. Se a convivência é pautada pelo respeito e pela ética, a tendência é que o indivíduo incorpore esses valores como naturais.

Resumo Temático sobre: Lei de Sociedade 2

1. Sociedade: Origem e Organização

A apresentação inicia mostrando que muitos seres, para sobreviver, formam sociedades. Exemplos são insetos como abelhas, formigas, vespas e cupins, que possuem estruturas sociais altamente organizadas, com divisão de tarefas e castas. Animais como elefantes, leões, chimpanzés e lobos também vivem em grupos, cooperando para enfrentar desafios ambientais.

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2. O Ser Humano e a Vida Social

O ser humano é apresentado como um ser eminentemente social, criado para conviver com seus semelhantes. A palavra e outras faculdades são vistas como instrumentos para a vida em sociedade. O progresso individual depende do contato com outros, pois ninguém possui todas as habilidades necessárias sozinho.

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3. Ajuda Mútua e Desenvolvimento Moral

A convivência social é fundamental para o desenvolvimento moral, exercitando valores como amor, tolerância, bondade e caridade. A vida social estimula o progresso e neutraliza tendências ao isolamento, que podem causar angústia e depressão.

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4. Interdependência Urbana

No contexto urbano, somos constantemente dependentes do esforço de outros para suprir nossas necessidades, desde roupas até alimentos e objetos. Isso reforça a ideia de interdependência e colaboração.​

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5. Isolamento e Consequências

A apresentação alerta para os perigos do isolamento, como alienação, depressão e insatisfação. Participar da vida comunitária e ser útil são vistos como fundamentais para a saúde física e psíquica.​

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6. Trabalho e Realização

O trabalho não é apenas um meio de subsistência, mas também de integração social e realização pessoal. A diferença entre trabalhar apenas por dinheiro e trabalhar pelo bem comum é destacada.

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7. Da Misantropia à Filantropia

A verdadeira integração na sociedade ocorre quando superamos o egoísmo e cultivamos o amor pela humanidade, buscando ser úteis e contribuir para a felicidade alheia.

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8. Família: Primeira Sociedade

Os laços familiares são apresentados como os primeiros laços sociais, onde aprendemos a amar e conviver. O lar é visto como uma microssociedade para exercitar o amor incondicional.

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9. Interdependência Urbana

No contexto urbano, somos constantemente dependentes do esforço de outros para suprir nossas necessidades, desde roupas até alimentos e objetos. Isso reforça a ideia de interdependência e colaboração.​

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9. Reflexão Final

A apresentação conclui com uma reflexão sobre como nossa vida depende dos outros em todos os momentos, reforçando a importância de valorizar a convivência e partilhar com o próximo. O lema "Fora da caridade não há salvação" resume o espírito da mensagem.

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