Numa época conturbada por tantos Conflitos, opondo-se à enorme necessidade de Prazeres – surge como efeito a mudança de hábitos da humanidade nova, caracterizada pela falta de Identidade em conceitos como: limites, valores, princípios; junto a uma fixação irrefletida em coisas materiais nunca vista pelas massas...
Essa Palestra faz uma reflexão profunda sobre o chamado Progresso, a Liberdade, a Servidão Voluntária a sistemas e a busca por Felicidade, utilizando o livro "Admirável Mundo Novo" (de Aldous Huxley) como metáfora para alertar sobre os perigos da Acomodação e da Perda de Autenticidade em sociedades modernas.
Se desejar, oferecemos uma Síntese do Conteúdo,para uma visão geral do Conteúdo abordado.
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O Não Sofrer
O Progresso Intelectual
A Perda de Si
Controle Social pela Sedução e Prazer
Sociedade sem Liberdade Individual
Condicionamento Social x Liberdade
A Droga como Controle Social e Felicidade Artificial
A fuga aos Confrontos da Realidade
Lenina - o Retrato Social da Passividade
John, o selvagem - o Confronto
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Sueli Machado
Esperança
O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XIX — A fé transporta montanhas - Instruções dos Espíritos - A fé: mãe da esperança e da caridade - 11
Instruções dos Espíritos
A fé: mãe da esperança e da caridade
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11. Para ser proveitosa, a fé tem de ser ativa; não deve entorpecer-se. Mãe de todas as virtudes que conduzem a Deus, cumpre-lhe velar atentamente pelo desenvolvimento dos filhos que gerou.
A esperança e a caridade são corolários da fé e formam com esta uma trindade inseparável. Não é a fé que faculta a esperança na realização das promessas do Senhor? Se não tiverdes fé, que esperareis? Não é a fé que dá o amor? Se não tendes fé, qual será o vosso reconhecimento e, portanto, o vosso amor?
Inspiração divina, a fé desperta todos os instintos nobres que encaminham o homem para o bem. É a base da regeneração. Preciso é, pois, que essa base seja forte e durável, porquanto, se a mais ligeira dúvida a abalar, que será do edifício que sobre ela construirdes? Levantai, conseguintemente, esse edifício sobre alicerces inamovíveis. Seja mais forte a vossa fé do que os sofismas e as zombarias dos incrédulos, visto que a fé que não afronta o ridículo dos homens não é fé verdadeira.
A fé sincera é empolgante e contagiosa; comunica-se aos que não na tinham, ou, mesmo, não desejariam tê-la. Encontra palavras persuasivas que vão à alma, ao passo que a fé aparente usa de palavras sonoras que deixam frio e indiferente quem as escuta. Pregai vossa fé pelo exemplo, para a incutirdes nos homens. Pregai pelo exemplo das vossas obras para lhes demonstrardes o merecimento da fé. Pregai pela vossa esperança firme, para lhes dardes a ver a confiança que fortifica e põe a criatura em condições de enfrentar todas as vicissitudes da vida.
Tende, pois, a fé, com o que ela contém de belo e de bom, com a sua pureza, com a sua racionalidade. Não admitais a fé sem comprovação, cega filha da cegueira. Amai a Deus, mas sabendo por que o amais; crede nas suas promessas, mas sabendo por que acreditais nelas; segui os nossos conselhos, mas compenetrados do fim que vos apontamos e dos meios que vos trazemos para o atingirdes. Crede e esperai sem desfalecimento: os milagres são obras da fé.
José - Espírito protetor
Bordéus, 1862

